sábado, 17 de setembro de 2016

Hotel Fenix, a continuação

Bom,
a pedidos de muitos, e porque também queremos muito contar-vos, e como se adivinha folia para hoje,aqui vai a continuação desta viagem ao Porto.

As mãos dele começaram a acariciar as minhas pernas; os seus dedos penetraram na minha vagina; batia-me no meu clitóris. Estava "bruto" :) ... Mas gemi de prazer.

Subiu até o meu ouvido e disse-me:

- Quero a tua boca em mim.

Iniciámos um belo de um 69. 
Meti o pénis na minha boca, até sentir a sua glande no fundo da minha garganta. Eu mal respirava.
Continuamos assim, durante um tempinho... cada um a desgostar o seu "aperitivo".

De repente ele parou de me penetrar a vulva com a língua, e disse-me:
-Pára... Vamos ali para a varanda;

Eu acedi, pois estava demasiado excitada para negar fosse o que fosse.

Pegou em mim ao colo, e sentou-me sobre o parapeito da janela. Luz apagada, só com o brilho do luar a bater em nós, abriu-me as pernas, e devorou a minha vulva (quando digo devorou... é mesmo devorar). Aquela sensação de que podíamos ser vistos, pelo hospedes do lado, ou por pessoas de outros prédios, fez com que parecêssemos loucos, com tanto desejo. Eu desejava toca-lo, arranha-lo, cravar as minhas unhas.

No meio de tanto tesão, passado algum tempo, tirou-me do bordo da janela, virou-me de costas para ele, e encostada contra a janela, enterrou-me aquele pénis teso e palpitante.

Só conseguiu penetrar-me uma única vez... eu estava completamente melosa, a minha vulva palpitava ao ritmo do bater do coração... apertava-lhe o pénis com força - Não teve qualquer chance - Gozou instantaneamente!

Eu continuava louca de paixão... o "sofrimento" era muito... ficar ali, sem gozar.

Ele, como sempre, não é de me deixar naquele desespero... levou-me para a cama e continuou com as brincadeiras, até recuperar o "fôlego".
Recuperado, fez-me gemer de tesão, de prazer. Eu continuava em chamas, e sentia-o bem rijo, todo dentro de mim. Entrava e saía, de forma barbara.
O meu orgasmo foi muito intenso; mordi os lábios, o meu corpo estremeceu. Caí desfalecida, de tanto cansaço.

Ele beijou-me, deitou-se ao meu lado e disse:
- Amo-te cada dia mais!

Pela manhã, já com o sangue à temperatura normal, apenas tínhamos receio que alguém tivesse visto, filmado, ou uma verdadeira multidão estivesse estado a ver.

Mas,
sem dúvida valeu o risco. Foi bom demais! Recomenda-se!

domingo, 11 de setembro de 2016

Hotel Fenix, Porto


Adoramos a cidade do Porto, e como tal, fomos a mais um passeio pelas ruas e ruelas desta cidade maravilhosa. Ficámos hospedados no Hotel Fenix, que fica bem localizado para se poder andar a pé, a percorrer os sítios mais emblemáticos.




O hotel é muito bom. O nosso quarto tinha uma vista fantástica, pois tinha uma varanda que sai da estrutura do edifício (fixem este pormenor, que é importante, para esta história).

Durante o dia, passeamos pela cidade, fomos até à Ribeira comer uma francesinha; um passeio de barco... Foi um dia em pleno.

Chegados ao hotel (à noite), já um pouco cansados, tomamos um duche para repor as energias. Deitados sobre a cama, a televisão a dar telenovelas... a pergunta impôs-se - " quarto espectacular, e não vai haver festa?"

Bom,
olhámos um para o outro, com desejo estampado nos olhos. Uns beijos de tirar o fôlego, um passar de mão bem forte pelas coxas e pelo rabo... Mamilos bem durinhos, que quase rasgavam a camisola (era a única coisa que os tapava). Arrancou-me a camisola;

Segurou-me os seios, apertou os meus mamilos entre os dedos, deslizou as mãos sobre minha a barriga e forçou-as entre as minhas pernas. Apertei as pernas para o provocar.

- Abre essas pernas ... Quero beija-las, diz ele.
- Não! Provocando ainda mais.

Desceu até aos meus pés; pegou e abriu-me completamente.

- Não adianta resistires; já sabes que assim que eu colocar a minha boca nesses lábios, ficas á minha mercê; vais fazer o que eu quiser!

Completamente dominada pelas palavras, com as minhas pernas abertas e a minha intimidade totalmente à mostra, resolvi deixá-lo fazer o que queria de mim.
Colocou a boca sobre minha vulva; fez-me logo estremecer. Mordeu as minhas coxas e pernas, sugou e mordeu o meu clitóris (parecia que saia do meu corpo); penetrou-me com a língua quente por entre os pequenos lábios.

Bom,
o resto fica para a vossa imaginação,

ou querem que continue o relato?

Beijinhos



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O Escolhido - Um, dó, li, tá,...


Um, dó, li, tá, cara de amendoá, um segredo colorido, quem está livre?



O escolhido


Alguns postes atrás, a "Eva" partilhou a sua coleção de brinquedos. Logo após isso, com o entusiasmo da partilha, e dos comentários feitos... proporcionou-se uma noite de luxuria. 

Uma passagem de olhos pelo nosso blog, respondemos a uns comentários; vimos também o blogue do Bunny/Candy, e do Casal Nortada e começámos a ficar entusiasmados. 
Então, porque não brincar um pouco com um dos brinquedinhos!? 

Então lá escolhemos um. Uns beijos molhados, um passar de mão por aqui e por ali...eu,  Já sem fio dental..., o "Adão" começou por brincar com o vibrador, bem devagarinho no clitóris. Para ajudar na lubrificação, ia passando o vibrador na vulva, já ela toda melosa. 
Ao mesmo tempo íamos assistindo a um filme, onde dois grandes homens penetravam um moça, (bem gostosa, por sinal) - com tudo no lugar. Comecei (Eva)  a ficar extremamente excitada.
Tinha dito ao Adão, que hoje não era para ele me lamber... era só com o vibrador.
Mas... ao ver-me a revirar os olhos,  a mexer o quadril ... sem eu dar conta, introduziu-me a língua na copula do clitóris. Ele sabe como me dar a volta.
A partir desse momento, fiquei fora de mim... Tudo o que me pedia, eu aceitava... estava louca de desejo. 

Implorava para parar, pois queria senti-lo dentro de mim...  Queria ser penetrada! Mas ele, não parava... lambia-me mais... batia-me na vulva... sugava-me os mamilos, dava-lhe pequenas pancadas; mordia-os com força ... eu deixava, queria mais; estava louca de tesão.

Foi então que ele olhou para mim fixamente, como que a pedir autorização... meteu lubrificante no meu ânus... e penetrou-me com o dedo indicador... Eu (diz ele, pois eu estava fora de mim, para me lembrar), fiquei ainda com mais tesão ... o vibrador desapareceu dentro da vulva... o dedo dentro do rabinho e a língua no meu clitóris... Não ía aguentar muito tempo...

Então ele sugeriu brincar com o pénis no rabinho... eu queria-o dentro da  minha vagina, sentir aquele pénis duro a penetrar-me até as entranhas, com força... 

Mas, o desejo era tanto, que acedi ao pedido... Monteio-o para ter mais controlo da situação... Foi então que devagarinho, o tesão sobrepôs-se ao medo, e lá entrou a cabecinha no meu rabo... 

O desejo era muito, o tesão ainda maior... cavalgava roçando a vulva nele, com o vibrador enterrado na vulva, enquanto me penetrava a entrada do anús... 


Eu gemia, dizia palavrões... estava descontrolada... "Foda-se... Fode-me, Fode-me toda, não pares...... Estou quase a vir-meeeee"... ele chamava-me nomes, dava-me palmadas daquelas de deixar marcas, torcia-me os mamilos; Eu delirava de tesão...

Gozei, nuns meros 10 a 15 segundos... Ele acompanhou-me, implorando para penetrar o pénis mais uns milimetros... Eu acho que acedi ao pedido... e veio-se no meu ânus... 

Caímos os dois, todos besuntados; o sémen escorria-me por entre as coxas... exaustos... mas muito, muito felizes.

Pode-se dizer que foi a primeira experiência anal entre duas pessoas que se amam... Foi bom para os dois. Quem sabe no futuro, não avançamos um pouco mais. O que acham??

Beijinhos e abraços! 









terça-feira, 23 de agosto de 2016

Será que foi desta?!


No nosso último post | Cereja no Topo do Bolo |, muitos foram os comentários, com opiniões e narrações de experiências. Com tanto incentivo, é impossível não realizar este pequeno fetiche. 



Durante o fim de semana, tínhamos andado nos amassos… beijos daqueles bem tórridos, um passar de mão pelo pénis, pela vagina… um rossar um no outro quando nos cruzávamos… andávamos cheios de tesão um pelo outro.

Este domingo, almoçámos um bom arroz de marisco (feito cá pelos chefes), a acompanhar um bom vinho rosé, bem fresquinho, e para sobremesa um belo de um gelado.

Quando estávamos quase a chegar à fase da sobremesa, como provocação, Adão – Sim Adão…


Como sabem Adão e Eva viviam no Jardim do Éden. Eles receberam a tarefa de cultivar e proteger o Jardim, sendo que a única coisa que não podiam fazer era não comer da árvore do conhecimento.

Reza a lenda que não resistiram e comeram da árvore, o fruto proibido.

Ora, já conhecem como começou a | nossa história |... acaba por ser algo semelhante; duas pessoas que acabam por se conhecer e não resistir à tentação; provam o fruto proibido e daí nasce um grande amor. 

Como tal, por que não usar como pseudónimos "Adão" e "Eva", até para ser mais fácil a narração das nossas histórias. O que acham?




Mas continuando,

Enquanto saboreávamos o belo vinho, diz-me o Adão “e para a sobremesa, o que há?”.


Gelado!, disse eu. “Pensei que eram cerejas”, diz ele, com aquele olhar maroto de quem me quer comer. 

Após aquela refeição, eu disse-lhe que uma "cavalgada", ainda dava era uma indigestão (deixemos mais para logo).

Já meios turvos por aquele néctar fresquinho, fomos lavar a louça – e já sabem - mais uns carinhos, uns beijos melados.

Depois fomos continuar a ver os comentários deixados por vós, e mesmo alguns blogs amigos. O sangue começou a ferver, com o vinho, e com os relatos deixados por alguns. 

Bom, estava calor…
Meios tontos do vinho, decidimos colocar uma manta no chão da sala, e deitar-nos lá a descansar um pouco, para ver se o álcool se dissipava. Conversámos sobre a cereja em cima do bolo;
Eu disse-lhe: e por que não iniciar a experiência por começares a gozares na minha cara; depois vamos progredindo, para algo mais. 

Como andava cansada, ele propôs-se fazer uma pequena massagem nas costas, (adora as minhas costas; fica cheio de tesão a massajar a minha pele), e queria gozar nelas para tirar umas fotos e partilhar no blog. 

Eu acedi. Começou por fazer uma bela de uma massagem nas costas; depois despiu-me um pouco as calças, para aceder ao rabo (é viciado nas coxas). Massajou-me as coxas, uns toques muito leves pelo corpo (daqueles que ficamos com a pele arrepiada); 
Avançou para uns pequenos beijos molhados pelas costas, e coxas.

Bom, entretanto foi buscar a máquina fotográfica, sacou dos calções e dos boxers, e com o pénis bem duro e quente pousou-o sobre as minhas costas.

Já estávamos embalados a tirar retratos… quando a bateria da máquina… vai-se… Bom, ficou pior que estragado :) ; Mas, ele diz que já tirou algumas para o blog, e que então podemos ir descansar um pouco.

Mas,
eu já estava completamente excitada, e disse-lhe: "Estou excitada, quero-te dentro de mim". Enquanto lhe digo isto, deitada de costas, empino um pouco o rabinho, e abro um pouco as pernas, para ele ver como eu estava completamente molhada.

Despe-me os resto das calças, e começa a roçar o pénis (duro como uma pedra) por entre as minhas pernas, molhando-o de vez em quando nos lábios melados. Tão bom, dizia eu ofegante, mexendo os quadris para aquele pau duro, roçar ao mesmo tempo no ânus.

Ele estava-me a “castigar”… continuava a provocar-me fingindo que me ia penetrar… Eu já delirava, já dizia coisas sem nexo (diz ele). Foi então que coloquei a minha mão por baixo da barriga, e fui direta com os dedos ao clitóris… comecei a masturbar-me como uma louca, e disse-lhe “enterra-mo todo na cona” (estava fora de mim, pois só neste estado de loucura é que me sai tais coisas pela boca). 

Ele a isto não resiste, e enterrou-mo todo, bem fundo. Delirei… aquele membro a latejar dentro de mim (não somos adeptos de preservativo… ficamos sem tesão; gostamos de sentir a carne com carne - é o encaixe perfeito).

Começou a dar-me pequenas estocadas, provocando-me ainda mais… eu só queria que me acabasse de uma vez com aquele “sofrimento” ;) … Mete-me os dedos grossos dentro da boca para eu chupar (sugo-os, imaginando que é o membro latejante dele); morde-me as orelhas e diz-me coisas bem porcas; chama-me putinha; puxa-me pelos cabelos, e dá-me umas estocadas bem fortes e bem fundas. 
Reviro os olhos, tremo toda, digo palavrões sem fim… estou á mercê dele.

Vê-me assim, e pergunta “queres que te enterre um dedo nesse cú delicioso?”; Eu devo ter dito que sim, pois só me lembro de sentir a entrar-me pelas entranhas, e gemer, dizendo quase implorando “ enterra-moooo todo… vou-me vir”.

Agarra-me pelos cabelos, e dá-me umas estocadas com toda a força, de uma forma totalmente descontrolada e selvagem… Parecia que estávamos a ter uma ataque… foi de outro mundo, sentir o sémen quente dentro de mim. Ficámos ali os dois, por breves minutos, com o pénis dele ainda dentro de mim a palpitar... totalmente sem forças para nos levantarmos.

O amor, misturado com paixão e muito tesão… é assim!

A cereja... essa fica para a próxima, pois desta vez... foi como relatei!

Fiquem atentos, e comentem... pois é isso que nos faz ter cada vez mais relatos para vocês.
Bjinhos










terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cereja no topo do bolo

"Cereja no topo do bolo"

Em post's anteriores, sobre o nosso sexo oral, viram que as nossas noites escaldantes, nunca terminaram com a "cereja no topo do bolo" :)...


Acham que a nossa próxima aventura amorosa, deveria ter cereja ?!? ;)



Bjos

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Não há duas sem três... O Nosso Sexo Oral | Parte 3 |

Não há duas sem três...

Que o sexo oral é bom, acho que ninguém dúvida. Mas pode ser ainda melhor (ou pelo menos diferente) se for feito em simultâneo! 


O clássico 69



Basta que se empenhem e desfrutem do momento, e garantimos que retiram daí o maior prazer, que já tiveram.

Começar de imediato com 69, não é uma boa ideia. O ideal é começarmos por uns preliminares, e depois de estarmos com muito tesão... pormos a boca na botija. 

Como dissemos anteriormente, não dispensamos uns bons filmes picantes... abrimos o site... vemos os mais recentes... "qual te agrada mais?"... "e a ti"... vamos escolhendo alguns entre centenas... variados, para não ficarmos aborrecidos... vamos avançando no tempo do filme, para as cenas que nos despertam mais tesão... vamos comentando... tirando ideias.

Quando a temperatura começou a subir... 

Ela meteu a mão por dentro do fio dental, e começou a massajar o clitóris. Eu quanto mais a via e pensava naquilo tudo, com mais tesão ficava. 

Lentamente, começo a beijar-lhe a boca. Trocamos um beijo daqueles em que as línguas se enrolam e que nos tira o folgo; Depois acaricio-lhe o peito e vou por aí abaixo. Beijo-lhe a vulva, por cima do fio dental (já estava todo encharcado), e começo a tirar-lho ... (mas não tiro :)), beijo-lhe a virilha, a parte interna das coxas... Acabo de tirar o fio dental, enquanto lhe beijo as pernas, e os tornozelos. 


Depois volto até à vagina, agora descoberta... passo a língua suavemente por toda a sua extensão, (sem meter a língua por dentro)... sugo-lhe os grandes lábios. 



Ela começa a mexer-se e a esticar-se tentando aproximar a minha língua para onde deseja (clitóris). Eu paro! 



Ela monta-me... Deita-se em cima mim, com o rosto virado em direção aos meus pés e oferece-me aquela vagina suculenta para eu comer. 

Começou-me a chupar o pénis, primeiro só a cabecinha... mete a língua no orifício junto da glande...   subindo e descendo, saboreando com a língua cada centímetro.

Eu sugava-lhe o clitóris, enquanto introduzia um dedo na vagina e outro naquele rabinho apertadinho... Hummm... Que vulva lisinha e suculenta; O clitóris, duro latejava nos meus lábios.

Solta o meu pénis, arqueia-se para traz, e como que se montasse um animal,  esfrega a vagina na minha cara deixando-a toda lambuzada; Monta a minha língua, como se montasse o meu pénis.

Ela delira, solta uns gemidos bem agudos... Diz - "Não vou aguentar muito tempo".

Volta então a meter o meu pénis na boca. Suga-o ainda com mais vontade... "vou-me vir", grita ela... Aperta-me a cabeça com cochas, o corpo dá dois espasmos, e grita "Ai fodasss" e vem-se na minha boca... 

Eu instintivamente gozo também... Mas, não... ainda não foi desta a "cereja no topo do bolo" ;)

Ficamos ali imóveis, caídos um em cima do outro... exaustos... 

É muito bom amar e ser amado! 





segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O nosso sexo oral | Parte 2 |


Parte II - O sexo Oral d'Ele:

Adoro beijar; Um beijo bem dado acompanhado de um bom sexo é um dos melhores afrodisíacos que existem. Como tal, nada melhor que começar por aí... longos beijos na boca. Vou descendo pelo corpo dela descobrindo aqueles pequenos seios arrebitados que me deixam fora de mim; umas mordicadelas, um beijo, uma caricia. Adoro mete-los na boca e sugá-los.

Depois de uns beijos bem quentes no corpo dela, vou com a mão por dentro do fio dental, para ver se ela começa a ficar molhada. Afasto o fio dental e dou uns beijos e lambidas nas virilhas, naquelas coxas carnudas, suaves, e saborosas; Mais um beijo naquela pequena parte onde as pernas se unem à vagina, até chegar nos grandes lábios. Passo a língua por dentro e por fora deles, sem tocar no clitóris, para a provocar.


Abro-lhe os pequenos lábios com a língua, faço-a correr de cima para baixo; chupo-os. Ela começa a contorcer-se e soltar os primeiros gemidos de prazer.

O clitóris dela já começa a ficar levemente inchado. Com a minha língua macia, faço movimentos circulares em volta dele, lentos, e sem pressa. Alterno com movimentos para cima e para baixo. É um beijo molhado delicioso.


Passo a língua no clitóris como se tentasse tirá-lo delicadamente do capuz que o protege... è difícil vê-la a contorcer-se, a gemar, a revirar os olhos... e a profanar palavrões. Adoro observá-la, vê-la assim sem defesas, completamente dominada por mim. Dou-lhe ordens, e ela obedece completamente, sem conseguir sequer resistir.

Então paro... Ela quer mais... implora para continuar. "Deixas-me louca", diz ela, gemendo. Eu digo-lhe para me conduzir as mãos para onde lhe interessa. Pegou-me na mão e colo-a na vagina, demonstrando o no sítio onde mais gosta. Ordenei-lhe que se masturbasse…  Eu gosto de a ver a provocar-me com muita subtileza. 


Ela está completamente encharcada, e então introduzo a pontinha do indicador na vagina. Ela quer mais, e movimenta-se para que o meu dedo entre todo nela. Meto um, meto dois...meto três... Ela delira. Vou fazendo pausas, para a "castigar", provocando-a ainda mais.

Eu sempre tive muita vontade de fazer sexo anal com ela... Tem um rabinho perfeito, que dá vontade de morder, e dar palmadas.

Adorava penetra-la delicadamente com o meu pénis, enquanto lhe acariciava os seios, o pescoço, a vagina. Isso ainda não aconteceu, no entanto gosta de ser penetrada com um dedo. Coloco na ponta do dedo indicador um pouco de gel, e penetro um pouco aquele buraquinho escondido entre aquelas coxas lindas (ela é perfeita). Aos poucos, à medida que fica mais excitada, vai-se abrindo para mim e eu vou colocando o dedo mais profundamente, ao mesmo tempo que lhe penetro a vagina com a língua. Ela delira, e goza quase instantaneamente; o corpo dela tem espasmos, aprisiona-me a língua dentro da vulva, e emite um gemido forte e prolongado.

 Eu sigo-lhe as pisadas, e gozamos em simultâneo. 

Esse sempre foi o nosso "acordo"- gozarmos, sempre que possível ao mesmo tempo, para depois darmos um longo e caloroso abraço... com um "amo-te" pelo meio.


Nunca gostei tanto de fazer sexo oral a uma mulher... Não me perguntem, se gosto mais de penetra-la ou fazê-la vir com a boca... pois não sei responder... será porque a amo tanto?!


O nosso sexo oral, parte 1

O nosso sexo oral, parte 2

O nosso sexo oral, parte 3

sexta-feira, 29 de julho de 2016

O nosso Sexo Oral | Parte 1 |

À medida que nos fomos conhecendo, ficámos cúmplices, explorámos cada vez mais o corpo um do outro. Nunca fomos de grandes tabus, e como tal fomos sempre experimentando coisas novas. Não nos recordamos quando experimentámos pela primeira vez um com o outro... Mas certamente foi muito bom, pois nunca mais parámos.

O sexo oral está sempre na nossa lista de preliminares, pois é algo que nos torna ainda mais íntimos, mais cúmplices. Eu diria mesmo que os preliminares podem ser quase ou mesmo melhores que o ato da penetração…

Parte I - O sexo oral dela:


Acho que todos os homens adoram o sexo oral, e eu não sou exceção. Foi com a minha companheira de vida, que tive até hoje, o melhor sexo oral; e não foi há muito tempo atrás... ela dessa vez esmerou-se.

Começámos por ver uns filmes pornográficos no telemóvel... é algo que nos excita muito, e raramente dispensa-mos; gostamos de comentar a performance e o aspeto dos “atores/atrizes”, rir (ás vezes tem piada), e conversamos sobre esta ou aquela cena.

O ambiente vai ficando quente, e passado algum tempo, eu já com o pénis bem ereto e ela bem molhada, rebolou na cama, tirou-me os boxers e começou por beijá-lo (pénis) – um beijo bem quente. Acariciou-o com a mão suavemente, e passou-o pelos seios. Depois lambeu-o muito vagarosamente com a língua. Após lamber a glande com muito desejo, acariciou-me os testículos. Lambeu-me suavemente com a língua o pénis todo, de cima para baixo e de seguida começou por introduzi-lo na boca quente e melosa.

Até aqui nada de novo, muitas outras vezes já o tinha feito maravilhosamente.

Eis então, que começa a penetra-lo cada vez mais dentro da boca, olhando-me com um olhar sedutor e provocador. Inclinou a cabeça para a frente para penetrar ainda mais fundo na boca; Levou-o bem fundo na garganta. Com o pénis envolto pela boca, começou a fazer sucção com bastante força.


Eu fiquei incrédulo, pois era algo que até nos excitava nos filmes (pénis gigantes a serem engolidos), mas nunca tínhamos experimentado. Fiquei com um tesão como nunca tinha tido, e agarrei-a pelos cabelos e insisti que fosse ainda mais fundo. Que delírio o meu.


Ela continuava, alternando as posições; Deslizou os dedos em direção ao períneo e acariciou-me essa região... eu ficava cada vez mais excitado, só me apetecia explodir dentro da boca dela. Tentei aguentar o máximo de tempo possível, pois era bom de mais... aquele som que ela fazia, que parecia que se ia engasgar... aquele olhar sensual; aquela vagina toda humedecida. Ela vibrava tanto como eu, e era isso que me deixava completamente fora de mim.
Ela começava a ficar cansada e também chegou a um ponto em que não conseguia retardar mais o momento... estava prestes a explodir. Pedi-lhe se podia vir-me na boca dela - era a cereja em cima do bolo. Ainda não foi desta vez que ela deixou, mas foi na mesma um momento que nunca esquecerei… gozamos os dois; exaustos, caímos para  o lado.

Pode parecer uma história normalíssima, mas depois deste dia, eu diria que o sexo oral é uma arte escondida, que não é apenas ritmo e satisfação. Ela aprecia o meu pénis com as palavras, com a boca e com os olhos; e acima de tudo, com coração cheio de paixão, amor e tesão.



O nosso sexo oral, parte 1

O nosso sexo oral, parte 2

O nosso sexo oral, parte 3

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O desabafo de hoje

Estava na cozinha a preparar o pequeno almoço, como faço todos os dias. Ela tinha-se levantado mais cedo para tomar um banho. 
Comecei a tomar o pequeno almoço, e aparece ela de cabelo solto, umas calças de ganga que lhe mondam perfeitamente aquelas curvas voluptuosas , e uma camisola branca de alças. Não trazia sutiã, e vinha com os mamilos bem eriçados, que mais parece que iam romper a camisola.
Fiquei louco de paixão... apetecia-me beija-la; Queria desapertar-lhe as calças, tirar-lhe a camisola e ver aquele corpo esbelto, lindo, suave, maravilhoso.

Queria possui-la ali mesmo em cima do balcão.


Mas não, não nos podíamos atrasar para o trabalho... Enquanto ela tomava o pequeno almoço, de pé junto da mesa, coloquei-lhe as mãos por dentro da camisola... encostei-me a ela; hummm... cheirava bem; a pele ainda estava húmida do banho... subi pelas costas acima; hummm... aquelas costas macias, deixam-me fora de mim. Acariciei-lhe os seio e os mamilos; ficaram ainda mais duros; Ela disse "pára", com um jeitinho de quem queria mais... Acabou o pequeno almoço e foi lavar a louça. Voltei "à carga", ela estava irresistível... aqueles pequenos seios, carnudos, muito bem moldados. Encostei-me novamente a ela e voltei a acariciar-lhe os mamilos, enquanto acabava de lavar a loiça. 

Tive mesmo que parar... Tínhamos de ir trabalhar.

Mas, ela estava linda, fresca, cheirosa... 
Amo cada vez mais esta mulher.


segunda-feira, 25 de julho de 2016

A nossa 1º Vez (Continuação IV)

... continuação - Parte IV!

Terminada a massagem, nenhum dos dois dava o primeiro passo... e portanto "hora de ir dormir". A "Villa" tinha um quarto com cama, e um sofá cama ali mesmo na sala. Ambos queríamos muito estar um com outro, mas uma pontinha de "razão" dizia-nos que não devíamos estar a fazer aquilo. Decidimos "dormir" mesmo ali pela sala. Fomos então para o sofá cama... só com roupa intima, pois tínhamos tirado a roupa para a massagem. E prontos, começou mais uma vez... beijos para um lado, beijos para o outro, uma caricia, um gemido... sem roupa, pele com pele, a paixão estava ao rubro;  enroscávamo-nos um no outro, como se não houvesse amanhã;

Parecia que estavam 40ºc na sala, o suor escorria-nos  pelo corpo; ela deitava-se sobre as minhas costas e esfregava o corpo molhado em mim, metendo a minha orelha na boca (eu delirava); trocávamos, e deitava-me eu sobre ela de costas, e esfregava o meu pénis ereto, bem duro nas nádegas; roçava-o  naquele rabinho apertadinho, só protegido pelo fio dental. 



Eu queria mais... queria enterrar o meu pénis naquela vagina encharcada... Mas ela resistia, só me deixava afastar o fio dental com as mãos e roçar o pénis na vagina... era tão bom, parecia mel, ela estava completamente molhada e delirante. Coloquei o preservativo, e tentei invadi-la mais uma vez; mas ela resistia, não deixava penetrá-la... só tinha "permissão" para por a ponta do pénis à entrada daquele lábios volumosos, macios, protegidos por uma pequena porção de pelos púbicos, muito bem aparados.. 




Não aguentava mais, e viu-me ... Mas, não podia ter organizado tudo aquilo, e ficarmos assim; sem nos entregarmos um ao outro. Então, mais uns beijos, mais umas caricias, e algum tempo depois, lá tentei uma segunda vez... Ela continuava a puxar-me o pénis para traz, quando eu tentava penetra-la... Começou a deixar penetrar um pouco mais, mas não mais que a ponta do pénis... Mais uma vez, não deu para aguentar... o calor, o suor, o roçar naquelas nádegas, naquela vagina toda melada... vim-me... ela apercebeu-se desse instante, e como que desesperada, pegou-me no pénis e enfiou-o dentro da vagina.  

Foi o momento exato, o esperma ainda estava a fluir, e como tal ainda tive força para lhe enterrar bem fundo duas ou três vezes. Ela gemeu, revirou os olhos, e veio-se... Assim ficámos durante algum tempo, ela de costas, eu por cima dela, com o pénis no meio das coxas... estávamos exaustos... Mas muito felizes; a nossa primeira vez; foi muito intensa, cheia de paixão. Naquele momento sabíamos, que estávamos completamente enamorados um pelo outro.

Parecia que foi a primeira vez que tinha feito amor (e se calhar foi)... foi maravilhoso; diria mesmo que foi o melhor sexo que alguma vez fiz.

Dormimos, juntinhos um ao outro. Pela manhã... Batem à porta: era o pequeno almoço. Eu visto a roupa depressa, ela esconde-se no quarto, para não a verem. Chega então uma cesta com um bom pequeno almoço. Comemos... era altura de tomar um banho, pois a hora do checkOut chegava rápido. Eu queria ir tomar banho com ela, mas ela não quis, "tinha vergonha".
Trancou a porta da casa de banho por dentro e foi tomar banho. Ironia do destino, a água estava apenas morna... teria sido bem melhor se tivéssemos tomado banho os dois, pois certamente não notaríamos a temperatura da água. 
No final do banho, diz-me "não foste ter comigo"... as chaves destas portas dão todas umas nas outras... Fiquei ainda com mais vontade de lhe saltar para cima.... pois estava a provocar-me. 
Fizemos o checkOut, e fomos até a beira rio, um local ermo. Lá conversámos sobre a "nossa 1ª Vez"... e como estávamos apaixonados um pelo outro. Mais cedo ou mais tarde, teríamos de enfrentar a situação... esta paixão já estava fora de controlo... já tomávamos atitudes sem pensar. 
Namoramos mais um pouco, e regressamos à nossa cidade, com o medo a pairar no ar, que aquela noite  de amor pudesse dar frutos (gravidez).

Foi assim a nossa Primeira Vez.


A nossa 1ª vez, parte 1

A nossa 1ª vez, parte 2

A nossa 1ª vez, parte 3

A nossa 1ª Vez, parte 4



A nossa 1ª Vez (continuação III)

...continuação-Parte III

Fevereiro, os dias frios de inverno continuavam; O tempo foi passando, os encontros foram-se sucedendo... Cada dia que passava, o sentimento de culpa era cada vez maior... os nossos companheiros eram boas pessoas... não mereciam o que lhes estava-mos a fazer; Mas era um sentimento tão forte, que era impossível resistir.

A paixão cada vez era maior; Então convidei-a para irmos a um sitio diferente... os parques de estacionamento e o mato... já estavam a cansar... Apenas lhe disse, para levar pijama, pois poderia dar para tarde... Fez-se um pouco difícil, mas a paixão era demasiada para a razão se sobrepor. Reservei uma "villa" num complexo turístico, sossegado e recatado. Pensei em tudo... uma lasanha congelada para o jantar (para colocar no microondas, que funcionava mal), umas velas, um vinho, uns óleos para umas massagens... 

A "Villa" tinha lareira e lenha disponível... Acendo a lareira, acendo as velas e ficamos a ouvir o crepitar da lenha… o ambiente era romântico... a paixão pairava no ar...
Jantamos a lasanha super apetitosa (LOL)... a casa começa a ficar quente, do calor da lenha a arder... o ambiente é propicio para uma massagem um ao outro... Puxo-a para o chão, para o tapete felpudo em frente à lareira. O ambiente é cada vez mais intenso-as cores das chamas da lenha; o calor a bater nos corpos; A massagem foi não podia ter sido melhor;


Ajoelhei-me entre as pernas dela, coloquei um pouco do óleo nas mãos e deslizei-as uma na outra com delicadeza para aquecê-las.
Ela, só de fio dental e sutiã; eu comecei-lhe a massajar os pés, de onde iniciei uma viagem pelo corpo inteiro - calcanhar, tornozelo, pernas, joelhos... subindo vagarosamente, enquanto  lhe acariciava a pele macia, cheirosa. Ao massajar as coxas, notei que a respiração dela começava à ficar mais forte. Posicionei-me acima da cabeça dela, e massajei o couro cabeludo, descendo lentamente... passando pelo pescoço, ombros, percorrendo os braços até as pontas dos dedos... cada centímetro da sua pele era tocada pelas minhas mãos... voltei ás costas, que massajei por completo, até alcançar a cintura; Eu fico louco com aquelas costas, aquela pele macia que parece veludo, aqueles coxas... era capaz de me vir, só a massaja-la (não seria a primeira vez). 



Ela retribui a massagem: primeiro fez-me uma massagem nos ombros; depois passou para as costas. Com o corpo dela, massajava o meu corpo; movimentos sensuais do corpo contra o meu-ficava arrepiado;  Massajou-me a parte interna das coxas com movimentos circulares; Deixava que os seios encostassem na minha pele; dava pequenos beijos para me provocar ainda mais, mas continuava apenas a massajar. Sentada sobre mim, roçava as partes íntimas no meu corpo. Adorei toda aquela provocação; tinha vontade de a agarrar e a penetrar naquele momento. 



sexta-feira, 22 de julho de 2016

A nossa 1ª Vez (continuação II)

(continuação II )

Como sabem, a penetração não precisa ocorrer sempre que cada casal faz sexo... e connosco assim sucedeu, durante muito tempo...  Abraçar, beijar, acariciar... horas intensas que passávamos "escondidos" dentro do carro... no meio do mato... O medo de sermos apanhados... tornava tudo ainda mais intenso... estávamos loucos, um pelo outro, ao ponto de dormirmos no carro; no banco da frente, enroscados um ao outro.

Pensando, hoje, friamente ... não sei como é que não fomos apanhados...

Os beijos eram cada vez mais intensos... a paixão tomava conta de todo o corpo... as minhas mãos corriam pelo corpo dela... Ela arranhava as minhas costas (dizia que era para me marcar... em como era dela)



E porque não colocar uma mão dentro das calças... seria demasiado atrevido?
A temperatura dentro do carro era avassaladora... os vidros estavam embaciados... o suor escorria pelo corpo.


Meti a mão dentro do fio dental... ouvi-a soltou um tímido gemido... Com os dedos de uma das mãos puxei os lábios vaginais para trás, expondo o clitóris... ela vibrava... queria mais... comecei a dar leves pancadinhas com a ponta do dedo indicador em cima do clitóris, variando a velocidade.




E porque não ir mais longe... com um, dois ou três dedos, já não me lembro, inseri-os na vagina simulando uma penetração, enquanto a beijava arduamente. Estava toda molhada; os meus dedos escorregavam dentro da vagina ensopada; Ela apertava-me os dedos com a vagina; parecia que sentia a pulsação do coração. Ela foi ao rubro... gemia, contorcia-se... queria mais... queria vir-se...


Passado um bocado senti que se ia vir, e dei-lhe estocadas rápidas e fundas. Segundos depois fi-la explodir num gozo tremendo, toda ela tremia com violentos espasmos e sentia a vagina dela a pulsar à volta dos meus dedos.
Eu vim-me ao mesmo tempo... era impossível resistir a tal encanto... 

Ela beijou-me os lábios, encostou-se no meu ombro, fechou os olhos satisfeita, e disse-me "Amo-te".

Durante algum tempo, satisfazíamos assim a nossa paixão... era bom, muito bom.

Entretanto as nossas relações "oficiais" iam-se tornando cada vez mais instáveis, com mais conflitos... já não gostávamos dos nossos companheiros... era difícil estar com eles... já não os queriamos beijar... já não queria fazer sexo... Mas então, porque não acabávamos de vez com essas relações? Eram relações de longa data, de muitos anos, conhecíamos a família, partilhávamos os seus problemas, frequentávamos as suas casas... enfim... faltava só mesmo "juntar os trapinhos"; parece ridículo... mas era uma decisão muito difícil de tomar.


(continua... )

A nossa 1ª vez, parte 1

A nossa 1ª vez, parte 2

A nossa 1ª vez, parte 3


A nossa 1ª Vez, parte 4


A nossa 1ª Vez

A nossa primeira vez não foi no carro, não podia ser em qualquer lugar, em qualquer beco... tinha de ser algo especial, fora do normal...


Esta história começa mais ou menos assim:

Tínhamos começado a trabalhar há pouco tempo numa empresa da região; Não nos conhecia-mos; Ambos comprometidos de longa data; Diria mesmo, condenados a um casamento mais dia, menos dia.

Ela não passava despercebida na empresa; Miúda bonita, curvas bem feitas, aparentemente simpática... dava nas vistas... Então porque não tentar meter conversa com ela.

" - Queres boleia?" (boleia a pé, do estacionamento até à empresa - uma forma pouco convencional de meter conversa... mas resultou). A partir daí... fomos trocando uns email's; metendo conversa um com o outro.

Eu tinha namorada na cidade... Ela tinha namorado fora... Apesar do perigo de sermos apanhados, principalmente pela minha namorada, começamos a sair... Não em publico, só os dois, em parques de estacionamento, dentro do carro. Foi aí o primeiro beijo. Fui busca-la à central de camionagem; tinha chegado de visitar o namorado... Vinha lamuriosa, tinham discutido. Conversamos durante muito tempo... os olhares trocavam-se... uma festa na nuca... Roubei-lhe um beijo. Pensei que ía ficar furiosa... Nada disso... a seguir ao primeiro vieram outros... Não conseguimos parar... Sabíamos que era errado... mas era mais forte do que nós.

Assim continuamos durante dias, semanas... Cada um queixava-se do seu companheiro, dos problemas, das zangas... Sabíamos que não devíamos continuar a "namoriscar"... e dizíamos sempre "Hoje não se pode passar nada" ... Mas era mais forte do que nós... tudo terminava aos beijos e amassos...

Foi ficando cada vez mais intenso...